Coisas que não gosto em Portugal

   Ao longo dos últimos 2 anos, após nossa mudança para Portugal, passamos a conviver com novos comportamentos, atitudes e hábitos que alteraram nossa percepção, nossa forma de ver o outro e também nossa opinião sobre nosso próprio país.

   Todo o lugar neste mundo tem coisas boas e ruins, entretanto devemos estar preparados para aquilo que nos tira da zona de conforto, nos confronta e nos faz repensar conceitos e é sobre estas coisas que quero passar a falar.

   Reuni 10 tópicos que definitivamente não nos agrada nas terras de Cabral, alguns são indigestos e outros incompreensíveis e ligados ao costume e práticas estritamente locais.

   O bom e agradável é relativo e varia de acordo com cada pessoa. Você pode amar sushi, por exemplo, ou odiar. Depende muito do seu perfil.

CHUVA


   Se tem uma coisa que nenhum brasileiro gosta em Portugal, é o clima chuvoso. É muito diferente do Brasil. Mesmo para quem é de São Paulo (terra da garoa)!
   A chuva e o frio prejudicam muito a adaptação dos brasileiros no país europeu. Nós até conseguimos remediar as baixas temperaturas vestindo roupas pesadas, toucas, luvas, cachecóis.    Entretanto da chuva é difícil de escapar.
No verão o clima é bastante parecido com o verão do Brasil, muito quente!

Povo pacífico, até demais... 

   O povo português é bastante pacífico, isso é bom em alguns casos, mas atrapalha em outros.
   Os portugueses, assim como nós brasileiros, se acostumam com aquela ideia de que “as coisas são assim mesmo” e, muitas vezes, não fazem nada para mudar. Isso acontece em diversas situações e até mesmo no ambiente de trabalho. Quando dizem sim para tudo que os mandam fazer e raramente questionam (e sofrem sozinhos muitas vezes).

Reclamar nunca é demais 

   Há um ditado popular que diz: o gato quando mia, faz miau. Porém em Portugal ele diz tô mal.
   É comum ver os portugueses reclamando ou se lamentando da vida. Eles esperam muito que o governo, por exemplo, resolva as coisas que estão erradas, mas não fazem nada para mudar, apenas lamentam.
   No ambiente de trabalho é comum ouvir reclamações de tudo e todos, entretanto, poucos buscam efetivamente mudanças e para os que vêm de fora e que têm outra forma de ver os problemas laborais, trazem ânimo e vigor ao ambiente, nós brasileiros em geral tiramos bons proveitos à partir do nosso pensamento/atitude positivista.

Não se arriscam

   É normal encontrar pessoas trabalhando há vários anos no mesmo trabalho mesmo que estejam odiando fazer aquilo. O povo português têm medo de arriscar e opta sempre pelo mais seguro.
   Um trabalho público, um fundo de investimento europeu, uma pensão do governo, um trabalho no privado que pague suas contas mesmo não estando realizado. De modo geral, o português tem receio de arriscar e tentar fazer algo diferente.

Mercado de trabalho 

   O mercado de trabalho em Portugal é complicado e é uma das 10 coisas que definitivamente eu não gosto por aqui.
   O ambiente corporativo em Portugal tem uma relação diferente entre patrão e empregado e questionar ou sugerir pode não ser visto com bons olhos, dependendo da mentalidade da empresa.
   Como trabalho com consultoria e passo boa parte dos meus dias em clientes diferentes, tenho que perceber qual a dinâmica interna, segmentos como bancos são mais abertos a eficiência, melhoria de processos e toda a nova sugestão é bem vinda, mas outros como empresas de varejo são mais paternalistas, conservadoras e não se preocupam com determinas práticas do mercado e muito menos com o que você poderia contribuir.
   Para um brasileiro acostumado ao ritmo intenso dos nossos mercados, deve antes situar-se dentro da realidade e da particularidade para conquistar espaço, confiança e poder contribuir.
   Isso pode ser cruel com os desavisados !

Recrutamento é lento


   Ser contratado de forma rápida em Portugal é quase um milagre. Os processos seletivos são extremamente lentos e demorados.
   Para o segmento de tecnologia é exigido alta experiência e conhecimento genérico abrangente para que o profissional possa executar diversas funções.
   Diferentemente do Brasil em que temos um profissional para cada função, é comum ver em Portugal uma pessoa executando várias tarefas ao mesmo tempo, exemplo disso é em restaurantes onde há o ajudante de mesa (garçom) que também pode ajudar na cozinha, fazer a limpeza do espaço e cobrar no caixa.

Negócios morosos


   No Brasil giramos a 200 km/h, tudo é rápido e para ontem. No mundo dos negócios tempo é dinheiro e de modo geral somos muito agilizados e resolvemos rápido os problemas corporativos, talvez puxando o estilo americano.
   Em Portugal, os processos são morosos e burocráticos. Os clientes, muitas vezes, não conseguem fechar um negócio rápido, dar respostas e aceitar uma solução de maneira agilizada. É preciso jogo de cintura e paciência para fazer o negócio no tempo dos portugueses.
   Se você tiver o dinheiro na mão, poderá não conseguir concluir um negócio por conta da morosidade ou da falta de dedicação por parte do vendedor.

Não há pressa

 

   Não tente sair de casa para resolver algo rápido (no mercado, banco, repartição pública, por exemplo), os portugueses são bons de papo e adoram jogar conversa fora.
   Não ter pressa é maravilhoso para quem tem tempo disponível e, por exemplo, já está aposentado e quer botar o papo em dia, mas pode ser complicado para quem está com pressa e ainda tem muitos anos de trabalho pela frente até a aposentadoria.
   É comum ver conversas intermináveis entre um açougueiro e seu cliente enquanto a fila para comprar carnes só aumenta.
   Eu mesmo estive recentemente em uma ótima para tratar de uma receita oftalmológica e fui atendido logo que entrei à loja, entretanto meu atendimento durou 1 hora e 15 minutos, detalhes, informações, armações diversas, tipos de lentes, interrupções ao atendimento, e conversas paralelas da atendente a tentativa de ser simpática.Paciência !

Cigarro em todo lugar


   Tanto em Portugal, quanto em diversos países da Europa, o hábito de fumar ainda é visto como algo bonito e com algum glamour.(década de 70 e 80 no Brasil)
   Para nós brasileiros, isso é muito ultrapassado. Fumar em locais fechados é uma das coisas de Portugal que não suporto.
  Imagina estar em um restaurante jantando com sua família e ter alguém do lado fumando sem parar?
   Além de restaurantes, há cigarro na entrada de Shoppings (e até dentro), portas de prédios e, as vezes, até mesmo dentro dos corredores e elevadores dos edifícios. Um hábito difícil de mudar e que os portugueses, pelo jeito, não pretendem abandonar.
   Percebo também uma cultura de fumantes que passa dos pais aos filhos, assim como se dava no Brasil algures no tempo e que por cá este terrível hábito é altamente disseminado dentro de casa. Se calhar, a dificuldade de mudança de hábito neste sentido se dá principalmente por conta desta atitude de incentivo ao uso do tabaco por parte das família.

Saúde bucal 


   Nós brasileiros temos o hábito de cuidar bastante da saúde bucal e em Portugal ainda há uma cultura de medo de ir ao dentista e principalmente os mais velhos não cuidam da sua higiene bucal.
   É comum ver dentes faltando e mau hálito em muitas pessoas. É claro, que os mais jovens têm mudado essa imagem, mas entre os mais idosos esta ainda é uma realidade.
   Os custos com dentistas, ao compararmos com os custos no Brasil, são absurdos e isso também contribui com o descuidados estado dos dentes por aqui.

Calçadas Portuguesas


   Quer levar um tombo daqueles ?
   Saia de casa com alguma pressa, apenhe um bocadinho de chuva e pronto, já tens a receita para a queda.
   As calçadas portuguesas têm tradição com seu ladrilhos decorados e de longa história, todas cidades de norte a sul são decoradas com esses tais ladrilhos, pelo que são muito bonitos, mas devido ao uso constante de transeuntes e passar por sobre esses ladrilhos, geram-lhe desgaste excessivo e deixam.nos lisos e brilhosos.
   Basta um pouco de chuva, um pequeno espaço molhado e a queda pode ser inevitável.
   Definitivamente para mim é algo que muito incomoda.

   Há um livro que li 6 meses depois que cheguei que me ajudou a entender o perfil do português conforme elementos históricos e culturais que trata de temas do cotidiano e que explica muito da particularidade comportamental e social das pessoas e para um estrangeiro pode ser de boa valia.

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Lidando com as emoções, uma abordagem bíblica

     
      Deus nos criou com um coração repleto em desejos (Salmo 37:5). Nós temos sentimentos que são expressos pelas emoções. Elas dão cor à vida, são uma forma de responder ao ambiente preparando-nos para uma ação.
As emoções básicas (que dão origem às demais) são: ira, alegria, medo e afeto.

      Em si elas são neutras, mas em muitos casos, têm sido a origem de sofrimento para muitos que simplesmente não conseguem se dominar e, em outros casos, para os que o cerca (na família, no trabalho ou na igreja) que precisam conviver com alguém que tem dificuldades de lidar com suas próprias emoções e com as emoções dos outros.

      Segundo a Bíblia perder o equilíbrio emocional não é saudável. Ficar desgostoso e amargurado é loucura, é falta de juízo que leva à morte. (Jó 5.2). Com sua raiva, estás  a ferir a si próprio (Jó 18.4).

      Há diversos livros com bordagem acadêmica que trata exclusivamente da Inteligência Emocional, no âmbito do seu coeficiente QE como sendo mais importante que o tradicional QI. Não faltam exemplos de pessoas dotadas de muita inteligência que praticaram desatinos terríveis por não saberem fazer uso da inteligência emocional

      Inteligência emocional é simplesmente o uso inteligente das emoções. É intrapessoal, quando em relação a si mesmo, ou seja, a capacidade de reconhecer e lidar com seus sentimentos enquanto eles estão ocorrendo, bem como a capacidade de se reconhecer, saber o que você tem de bom e de ruim.          Ela também é interpessoal, quando em relação a outras pessoas, ou seja, a capacidade de lidar com outrem e assim, implementar e realizar determinados objetivos e estabelecer empatia.

As dificuldades para se lidar com as emoções podem aparecer de três formas:

1. Descontrole emocional: A manutenção de um descontrole emocional (a mágoa, a ira, ou um estado de stress crônico) provoca desgaste do corpo, pode levar à culpa devido a decisões irrefletidas e atos impensados tomadas no momento da explosão emocional. Pode, também, produzir sofrimento para si e para os outros. Muitos não percebem que acabam ferindo pessoas que estão ao seu redor, geralmente as que menos gostaríamos de ver sofrer.

      Ao longo dos anos tenho visto muitas pessoas de valor sendo preteridas porque não aprenderam a lidar com as suas emoções. O evangelho está repleto de exemplos de pessoas que, não sabendo lidar com suas emoções, provocaram problemas para si e para os outros.

      Por conta da ira de Paulo, que respirava ameaças de morte contra os cristãos (Atos 9:1), muitos foram mortos; Maria se deixou dominar pela tristeza, após a morte de Cristo, e foi incapaz de reconhecê-Lo ao seu lado, suas lágrimas a cegaram (João 20:13 e 14); pela alegria de Herodes, durante uma festa, sua sobrinha o fez tomar uma decisão de morte contra João Batista (Mateus 14:6-8); pelo medo Pedro negou a Jesus (Lucas 22:54-62); e pelo afeto, os cristãos de Corinto eram solidários com pessoas em pecado aberto e os mantinham na comunhão, mesmo provocando opróbrio contra a causa de Deus (I Coríntios 5:1 e 2). E hoje não é diferente!

2. Incapacidade de expressão emocional: É uma desordem que sofre em distinto grau um percentual da população. Ela empobrece a vida, as relações e a saúde de diversas formas. A impossibilidade de verbalizar e abordar os conflitos psicológicos, como a morte de um familiar, uma demissão ou luto, faz com que a pessoa desenvolva doenças desde as úlceras e gastrite, até as artrites reumatoides, o lúpus, a vasculites ou a nefrites. Além disso, a falta de expressão emocional foi relacionada com as toxicomanias e transtornos alimentícios, como a anorexia e a bulimia, bem como dificulta a convivência e é causa de muitos conflitos e rupturas conjugais.

3. Dificuldade para lidar com as emoções dos outros: Isto pode ocorrer por duas formas: falta de percepção ou por não saber o que fazer quando se está na presença de alguém que esteja dominado pela emoção.

      A emoção, em si, não é o mal, aliás, deve ser manifesta de uma forma sadia, com sinceridade e racionalidade. Mas se isso não acontece, se se perde o controle, esta atitude pode causar sofrimento para a ti e àqueles que lhe são próximos.
      Há um plano que vem de Deus para nos acudir. “Ele restaura a minha alma.” (Salmo 23.3).
Esta é uma boa notícia, periodicamente, todos precisamos de restauração pois somos ofendidos, magoados, traídos – a vida nos é dura.

      Estamos sujeitos a ficar desencorajados, deprimidos e desesperados. Experimentamos canseira, fracassos, frustrações e medos. Todos nós temos algum tipo de ferida emocional de situações passadas. Carregamos ferimentos, cicatrizes de guerra, lixo emocional e o melhor mestre que podemos ter para aprender a lidar com nossas emoções é Jesus, pois ele tem uma fardo leve em substituição às nossas pesas cargas.

Como Jesus tratava suas emoções.


a) Jesus não as reprimia: O evangelho afirma que Jesus expressava suas emoções. A grande questão não é que não podemos expressar as emoções, mas como fazê-lo de forma saudável. Havia equilíbrio em cada situação emocional. Jesus manifestou ira quando viu o templo dedicado a Deus tornando-se um mercado (Lucas 19:43).

      A questão principal é que ninguém reclamou da atitude de Jesus, que foi dura, mas precisava ser tomada. A ira foi contra a injustiça e não contra os injustos. Ele também manifestou tristeza no Getsemani (Mateus 26:38). Mas sua tristeza não o paralisou, mas moveu-o em direção ao Pai em oração. Ele também “comia com pecadores” (Lucas 15:10). Jesus se alegrava sem, contudo, exceder-se. Mesmo o medo foi experimentado por Jesus, não o medo da cruz, mas a sensação de separação do Pai. “Por que me abandonaste?” foi o seu brado (Mateus 27:43). Devemos ter medo daquilo que nos afasta de Deus. E o afeto se apresenta no fato dEle ter oferecido a sua própria vida (Mateus 20:28). O sacrifício pelo outro é a forma mais sublime de expressão do afeto.

b) Jesus não agia dominado pela emoção: A emoção não se defronta com a razão, mas pelo espírito (Mateus 26:41). Jesus entendia que a única forma de vencer as emoções era por meio de uma vida de oração e comunhão com Deus.

      Devemos permitir que Ele seja o Senhor de nossas emoções. O maior problema é quando agimos sob a força de nossas emoções, este é o pior momento para conversar com seu cônjuge, ou aplicar a disciplina aos filhos.
      Palavras impensadas e atos descontrolados poderão criar uma mácula muito difícil de reparar. A maior parte das nossas decisões pode esperar até que estejamos mais tranquilos.

c) Jesus demonstrava empatia: Ele não se preocupava apenas com o que era dito à ele, pois conhecia a natureza humana (João 2:25). Quando se afirma algo há muita coisa que não se diz e, em geral, isso é mais importante do que aquilo que se fala. Preste atenção nos gestos, no contexto em que se fala, no timbre de voz e esteja sempre atento ao sofrimento do outro, pois a forma em que recebemos informações podem ditar nossos estímulos e estes estímulos devem ser abrandados através da do uso inteligente das emoções que se formam.

d) Jesus era proativo ao uso das emoções: Jesus ao chorar (João 1:1) poderia ter se retirado e dito que precisava ficar só, afinal a desesperança humana em face da morte era algo realmente dolorido para o Criador da vida.

      A tristeza de Jesus levou-O a ressuscitar Lázaro e trazê-lo novamente a Sua presença. A função das emoções deve ser a de construir uma nova realidade e não simplesmente a de destruir-se e lamentar sua sorte.
      A emoção deve ser o estímulo para desejar uma realidade ainda maior e melhor para a sua vida.

e) Jesus tinha a certeza da glória futura: Muitas vezes, diante dos problemas temos a tendência de acreditar que não há mais esperança. Assim, se o presente está difícil, se o relacionamento é complicado, o melhor à fazer é desistir, pois o futuro será ainda pior.
Jesus afirmou: “...no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33). A vitória já nos está assegurada e crer nisto é renovar a esperança no amanhã.

      Às vezes eu sofro por causa de coisas que são feitas contra mim, ou coisas que nem acontecerem, gerando em mim sentimentos como tristeza ou tenção a expectativas vindouras. Outras vezes eu sofro por ver outras pessoas sendo feridas.
      A verdade é que teremos sofrimentos durante a vida e algum dia desses, você irá experimentar angústia, dor e ressentimento, pois problemas todos nós temos, mas no final somos vitoriosos nEle.         Sua família está passando por dificuldades? Não são os problemas atuais que inviabilizam o futuro, mas é a certeza da glória futura que nos dará força para vencermos os problemas do presente, isto é ter esperança nEle.

      E se eu perder o controle emocional, o que posso fazer com a culpa e o ressentimento resultantes desta atitude?

      Nada pode destruir a alma mais rapidamente do que a culpa. “As minhas culpas me afogam; são como um fardo pesado e insuportável. Estou encurvado e muitíssimo abatido; o dia todo saio vagueando e pranteando.” (Salmo 38.4 e 6). Todos nós temos razão de sobra para nos sentir culpados.

      Todos cometemos erros e não é possível fugir à culpa.
O SENHOR nos deu uma consciência e não podemos nos esconder de nós mesmos.” (Provérbios 20.27).

      Por esta razão, devemos ter atitudes positivas, encher-nos de pensamentos que nos dê esperança (Jeremias 29:11 / Salmos 42:11 / Isaías 40:31 / Romanos 15:13 / Romanos 5:5)

      O domínio das emoções vem de atitudes de próprias (Provérbios 16:32 / Gálatas 5:22-23) e o aprendizado de auto-dominar-se vem do reconhecimento do nosso estado limitado e da nossa pequenez, o reconhecimento de que através da oração e da vida pia podemos perceber o cuidar de Deus e da sua renovação cotidiana, como águias que renovas suas penas.

      Partilho livros que me fizerem perceber a importância da Inteligência Emocional para que tenhais visões à cerca da aplicabilidade científica deste assunto e também de outras informações práticas.

Daniel Goleman - Inteligência Emocional: https://www.bertrand.pt/livro/inteligencia-emocional-daniel-goleman/3501417


Trabalhar com a Inteligência emocional: https://www.wook.pt/livro/trabalhar-com-inteligencia-emocional-daniel-goleman/14184787


The New Leaders: https://www.amazon.com/New-Leaders-Transforming-Art-Leadership/dp/0751533815


O Homem em busca de um sentido: https://www.wook.pt/livro/o-homem-em-busca-de-um-sentido-viktor-e-frankl/14039126


Um psicólogo no campo de concentração: https://www.wook.pt/livro/um-psicologo-no-campo-de-concentracao-viktor-e-frankl/85579